A defesa de Jair Bolsonaro afirmou ao STF que a proibição de visitas com finalidade político-eleitoral representa um silenciamento político. O recurso questiona a decisão do ministro Alexandre de Moraes, válida por 90 dias.
Os advogados sustentam que a medida extrapola os efeitos da condenação do ex-presidente e viola a liberdade de expressão. Também argumentam que a restrição foi baseada em critérios considerados imprecisos.
No pedido, a defesa cita o caso de Lula em 2018 para comparar as condições de comunicação durante o período de prisão. O recurso será analisado pela Primeira Turma do STF.