Armando Monteiro Neto define apoio em Cabrobó

O ex-senador Armando Monteiro Neto definiu seu apoio e do PTB estadual para a pré-candidatura à prefeitura de Cabrobó, no sertão de Pernambuco. Em uma reunião nesta segunda, o atual vice-prefeito do município, Pedro Caldas, apresentou ao ex-senador o atual presidente da Câmara de Vereadores, Dim Saraiva (MDB), que concorrerá na próxima eleição


“Estou convencido que a escolha pelo empresário Dim Saraiva se destaca pelo trabalho social em Cabrobó. Tem nosso apoio por apresentar os melhores projetos, será uma importante voz na oposição ao Governo do Estado na região, atuando fortemente na geração de empregos para os moradores do município”, destacou Monteiro Neto.


Com dois mandatos de vereador, Saraiva tem o apoio do vice-prefeito Pedro Caldas e nove vereadores, entre eles Duda Caldas, que também esteve reunido com o ex-senador, no Recife. “Agora com o apoio da estadual do PTB e do ex-senador Armando Monteiro Neto, oficializados ganha força a pré-candidatura do vereador Dim. É de uma pessoa com seu perfil de liderança que precisamos na condução de Cabrobó ao futuro”, comemora Pedro Caldas, vice-prefeito de Cabrobó.

CHICÃO XUCURU É PATRONO DOS POVOS INDÍGENAS DE PERNAMBUCO

Lei do deputado Isaltino Nascimento homenageia o defensor da luta dos povos originários no Estado. Cacique Chicão foi assassinado em Pesqueira por defender o direito à terra 


A maior liderança indígena do Estado, Chicão Xucuru, é patrono dos povos indígenas de Pernambuco. O cacique marcou sua história de vida na luta pelas terras do território de seu povo, localizado entre os municípios de Pesqueira e Poção, e foi assassinado por isso. Não cedeu aos posseiros da região e recebeu seis tiros à queima roupa em 20 de maio de 1998. 


Como forma de homenagear Chicão e todo a população Xucuru, o deputado Isaltino Nascimento propôs a lei que o torna defensor dos povos originários de Pernambuco. “Chicão esclareceu os direitos indígenas e fez da luta pela terra o seu maior legado. Hoje o território Xucuru ocupa atualmente 27.555 hectares e tem seu filho, o cacique Marquinho Xucuru, a liderança maior e protetor”, explica Isaltino. “Marquinho segue os passos do pai. Assumiu a responsabilidade muito jovem e dá continuidade ao trabalho importante”, destaca o deputado.  


Os índios Xucuru vivem na Serra de Ororubpa, em 25 aldeias. São cerca de 9 mil índios, segundo os dados da Fundação Nacional de Saúde de 2006, que vivem em sua maioria de atividades agrícolas.


A HISTÓRIA DE CHICÃO - Francisco de Assis Araújo, Chicão nasceu no sítio Cana Brava em 1950. O local fica no meio do atual território Xukuru, que está inserido nos municípios de Pesqueira e Poção, em Pernambuco, a 216 km de Recife. A terra indígena, na época em que Chicão nasceu, estava em sua maior parte ocupada por não indígenas.


Casou-se em 1970 com Zenilda Maria de Araújo, com quem teve oito filhos.


A partir de 1987 as lideranças Xukuru passaram a participar de manifestações em conjunto com ongs que objetivavam esclarecer direitos indígenas, principalmente em relação a terra, em função da mobilização pela nova Constituição que estava sendo gestada. A Assembléia Nacional Constituinte, finda em 1988, foi um momento marcante para o movimento indígena. 


O Cacique Chicão era uma pessoa de carisma junto ao grupo, tinha respeito e confiança diante do trabalho, era figura alegre e recebia crianças a velhos com a mesma atenção. Tinha um respeito grande com os Encantados e a religião Xukuru. Os índios foram depositando cada vez mais confiança na figura que se fortalecia através de ações que solidificavam o respeito pelo trabalho.


Com o crescimento da violência contra os índios por parte dos posseiros de terras, Chicão e as demais lideranças começaram a receber ameaças em 1996 para que parassem o movimento de luta pela terra. Foi em 1998 que Chicão recebeu seis tiros ainda dentro do carro que havia recebido da Funai há poucos dias, em Pesqueira.


Famílias do programa Criança Feliz recebem kits de higiene em Taquaritinga do Norte

A Secretaria Municipal de Ação Social, Desenvolvimento e Trabalho de Taquaritinga do Norte realizou na última semana a distribuição de kits de higiene e limpeza as famílias acompanhadas pelo Programa Criança Feliz no município. 


A entrega dos kits foi realizada por profissionais da secretaria e seguindo todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde e decretos municipais, mantendo o distanciamento social e o uso contínuo de máscaras e luvas. 


Os kits são compostos de álcool 70 por cento, sabão em pó, água sanitária, máscara dupla face em algodão anatômica e um card informativo sobre a Covid 19. Cerca de 150 famílias foram contempladas com a doação. 


O secretário municipal de Ação Social, Dal Fercondini, destacou a entrega dos kits no combate à Covid 19. “A entrega desses kits vem em um momento muito importante para nossa cidade contribuindo no combate à Covid 19, uma vez as famílias beneficiadas residem em áreas vulneráveis e não tem condições de comprar produtos de higiene e limpeza”, destacou. 


Programa Criança Feliz


O Programa Criança Feliz é uma iniciativa do Governo Federal e foi criado no ano de 2016, com a intenção de ampliar a rede de atenção, além do cuidado integral das crianças na Primeira Infância, considerando família e contexto de vida. Os profissionais fazem acompanhamentos e orientações domiciliares, auxiliando famílias participantes do Programa Bolsa Família (PBF) a promover o desenvolvimento integral de crianças de zero a seis anos. O Criança Feliz é um programa federal que utiliza equipamentos públicos municipais como ferramenta para que as famílias sejam atendidas.

Minhas recordações de Eduardo Campos

Por Guilherme Rocha 


O ano era 2006 e o dia primeiro de outubro. Tinha eu 16 anos de idade e queria fazer valer o direito que estava assegurado pela Constituição de 1988. Aquele domingo de eleição foi muito especial pra mim. Algo me dizia que, a partir dali, a esperança começava a se renovar na política. A ansiedade me fez acordar bem mais cedo do que de costume. Na companhia dos meus pais e dos meus dois irmãos, chegamos ao Colégio São Luís, no Bairro das Graças, no Recife, meu local de votação. Votei em Eduardo Campos para Governador de Pernambuco, meu primeiro voto. Aquela eleição marcou minha adolescência e nunca mais saiu da minha memória. 


Poucos anos depois, mais precisamente no dia 27 de maio de 2010, estudante de Direito da Universidade Católica de Pernambuco, quis o destino que eu fosse fazer parte da equipe de oficiais de gabinete do Governador Eduardo Campos. E o que era para ser mais um cargo, virou uma escola, no sentido mais amplo que se pode imaginar. 


Primeiro, porque os momentos trabalhados com Eduardo foram comparáveis aos de um aluno para com um professor. Presenciar reuniões com ele eram verdadeiras aulas. Segundo, por causa da grande união que existia nos colegas de sua equipe no Palácio, seja na Chefia de Gabinete, nos oficiais de gabinete, nos ajudantes de ordens, no cerimonial, nos garçons. União esta causadora de uma empatia e felicidade que nos remetem a tempos de colégio. Uma época alegre, de boas memórias, grandes aprendizados e que não voltam mais.


Eduardo tinha prazer por ensinar e ensinou a cuidar do povo. Todos que o conheceram sabem que ele era um frasista. Nas suas famosas reuniões de monitoramento, ele repetia uma frase: “Vocês podem entender de tudo, mas de gente eu entendo.” E ele entendia mesmo. Sabia como lidar com o povo, como governar para o povo. Não foi à toa que construiu escolas e hospitais na Região Metropolitana e no interior do Estado, criou um revolucionário programa de intercâmbio para alunos de escolas públicas estudarem no exterior; trouxe empresas de porte para Suape e concluiu a vinda da Refinaria Abreu e Lima; incentivou a instalação de outros empreendimentos no Agreste, Sertão, litoral Norte e fechou as negociações pra vinda da fábrica da Jeep em Pernambuco, que foi inaugurada pelo governador Paulo Câmara ainda na sua primeira gestão.


E foi este professor que revolucionou a política brasileira e mudou a vida dos pernambucanos. Hoje, no momento que vivemos, onde o que mais precisamos é saber cuidar de gente, o Brasil sente falta deste professor.

Prorrogar o auxílio emergencial é fundamental para as famílias até a criação do Renda Brasil, defende Eduardo da Fonte

Autor do PL 3023/20, que pode servir como base para a criação do programa Renda Brasil, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) defendeu a extensão do pagamento do auxílio emergencial até março de 2021, proposta estudada pela equipe econômica do governo federal. O parlamentar também destacou que o benefício ajudou a diminuir o número de brasileiros abaixo da linha da pobreza.


“Estamos trabalhando pela extensão do pagamento do auxílio emergencial e pela implantação do Renda Brasil, que vai ajudar de maneira permanente as famílias que precisam. O impacto social do programa é muito positivo e estamos engajados em criar o Renda Brasil para manter esse benefício mesmo depois da pandemia”, afirmou Eduardo da Fonte.


Além do PL 3023/20, que cria um programa social mensal e permanente de distribuição de renda, Eduardo da Fonte também é autor do PL 2550/20, que propõe a prorrogação do auxílio emergencial.    

Comunidade e Microcrédito

Em artigo publicado na edição desta semana da revista Cartal Capital, a deputada federal Marília Arraes falou sobre a importância do fortalecimento da economia dentro das comunidades com o incentivo ao pequeno comerciante através de políticas públicas como a oferta de microcrédito. Marília destaca que o incentivo ao comércio de bairro, à economia popular, também é uma poderosa ferramenta de combate às desigualdades. Abaixo segue a íntegra do artigo.


Comunidade e Microcrédito


Por Marília Arraes, deputada federal


Comunidade é uma palavra que pode assumir vários significados, mesmo que expresse no seu sentido amplo a imagem da unidade, da coletividade. Cultura, religião, organização social e econômica, predileções esportivas, tudo pode ser usado para definir comunidades. Mas quero falar um pouco sobre os espaços urbanos em que as pessoas, tão diferentes entre si, vivem e se organizam, dessas comunidades onde a vida real acontece, com suas oportunidades e desafios.


A pandemia do coronavírus intensificou a ideia de que as cidades precisam investir cada vez mais em iniciativas que tornem as comunidades sustentáveis, que permitam às pessoas que nelas moram ter opções de emprego e renda, de educação, saúde, acesso à cultura, ao lazer e a outros direitos básicos.


A pandemia também escancarou a distância que estamos dessa comunidade idealizada e provedora do bem-estar. A desigualdade social, a ausência de políticas públicas estruturadoras, a falta de abastecimento de água, a baixa cobertura do saneamento e a precariedade habitacional tornaram as comunidades terra fértil para a propagação do vírus.


Uma pesquisa do Instituto Cidades Sustentáveis (ICS) feita em 26 capitais e divulgada em junho mostrou que Belém, no Pará, e Recife, em Pernambuco, são as cidades com o maior índice de desigualdade social no Brasil. Nas duas cidades, o estudo baseado no índice de Gini, mostra que 1% da população concentra mais da metade da riqueza.


É claro que do lado oposto só poderemos ter os efeitos perversos que uma concentração de renda tão brutal promove sobre o tecido social: onde há mais desigualdade, há mais mortes pela COVID-19.


Um estudo do Departamento de Ciências Geográficas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), coordenado pelo geógrafo Jan Bitoun, concluiu que a letalidade por COVID-19 nos bairros com mais problemas estruturais do Recife chegou a ser duas vezes maior em comparação àqueles mais ricos. E mais: onde há população com renda mais alta, há mais diagnósticos por Covid-19, mas o número de óbitos é menor. Nos bairros mais pobres, embora haja menos diagnósticos, há maior número de vítimas fatais.


Esses dados reforçam que os projetos das comunidades “do futuro” precisam ser pensados com a urgência que a pandemia nos trouxe. Como o comércio nesses lugares vai poder se reerguer após os pequenos empreendedores serem forçados a baixar as portas? Como o salão de beleza, a dona da lanchonete vão poder retomar, sem capital, a vitalidade de seus negócios?


É aí que políticas públicas comprometidas com o combate às desigualdades devem se fazer presentes de forma definitiva. Programas de microcrédito, que fomentam a economia popular, são instrumentos usados e aprovados em muitos países, com experiências também bem-sucedidas, embora mais pontuais, no Brasil.


Impossível não falar em microcrédito sem citar o exemplo de Bangladesh e do economista e banqueiro Muhammad Yunus, que em 2000 recebeu o Prêmio Nobel da Paz pelo primeiro banco especializado no mundo em crédito para os mais pobres. Se nos anos 1970, quando o projeto de Yunus foi lançado, o percentual de população em situação de pobreza em Bangladesh era de 71%, no final da última década este número havia caído para 23%.


Outro dado que não posso deixar de citar, e que torna a experiência de Bangladesh transformadora, é o fato de 97% dos beneficiários do banco serem mulheres.


No Brasil, há um longo caminho a percorrer para se chegar a esse nível de excelência, ao qual podemos chamar de “Cidadania Financeira”. Não é preciso ser economista para saber que um impulsionador vital da nossa economia, que gera emprego e renda para milhões de brasileiros, é o pequeno negócio. Mas, infelizmente, é o pequeno comerciante quem mais padece e quem mais recebe respostas negativas na hora de tentar algum recurso para ampliar ou, nos tempos atuais, tentar salvar o seu pequeno estabelecimento.


Dados do SEBRAE de 2019 mostram que dos 6,4 milhões de empresas no Brasil, 99% são pequenos negócios, divididos entre microempresas e microempreendedores individuais, que representam 30% do PIB brasileiro. Neste mesmo ano, os pequenos negócios foram responsáveis pela geração de mais de 731 mil vagas no País, um aumento de 22% em relação a 2018.


Infelizmente, não é esse universo de trabalhadores que está sendo beneficiado pelo Governo Bolsonaro, mas sim as grandes instituições financeiras que logo no início da pandemia do coronavírus foram agraciadas com R$ 1,2 trilhão com a liberação dos compulsórios. Aos pequenos comerciantes, formais ou informais, restam o crédito repetidamente negado, o negócio paralisado, o prejuízo assumido.


Não é desta forma que se combate desigualdades, não é dessa forma que se ajuda as comunidades. Precisamos mudar essa lógica.

Silvio Costa Filho: "o povo do Recife vai se surpreender com João"

Presidente estadual do Republicanos, o deputado federal Silvio Costa Filho esteve no campo das oposições nas eleições passadas. Mas neste pleito, afirma que votará no também deputado federal João Campos (PSB), que na sua opinião, tem uma maturidade exepcional e que irá surpreender o eleitorado recifense. "João vai liderar esse novo ciclo na Cidade, montar o seu time e fazer um grande governo". Parlamentar articulado, Silvio tem conseguido o aporte de verbas para o Estado junto aos ministérios. Apesar desse trânsito, diz que bolsonaro errou na condução da crise do Covid-19 e que perdeu a chance de unir o País. Leia a entrevista exclusiva abaixo: 


O senhor acha viável a discussão de matérias como a reforma administrativa e tributária e o pacto federativo em meio à pandemia no novo coronavírus? 
Estamos vivenciando um dos momentos mais desafiadores das últimas décadas. Além da crise sanitária, por conta da COVID 19, a crise econômica é pior que a de 1929. Infelizmente, nós vamos terminar o ano com mais de 13 milhões de desempregados, uma queda em torno de 6% a 7% do PIB, além de um déficit primário que estava previsto em R$124 bilhões e vai passar de R$850 bilhões. Precisamos, mais do que nunca, avançar na agenda das reformas, fazer o ajuste fiscal e ampliar o crédito para que o Brasil volte a crescer. 


Em relação à Reforma Tributária, o senhor acredita que a aprovação deve acontecer este ano?
Acho difícil. Mas, vou trabalhar muito para que a reforma tributária seja aprovada o quanto antes. Entendo que ela é fundamental para o país. Hoje, nós temos um sistema tributário extremamente complexo. Para se ter uma ideia, são mais de 27 legislações de ICMS diferentes e mais de 200 de ISS, o que gera muita burocracia para quem quer empreender no Brasil. Sou contra qualquer aumento de impostos, porque já pagamos uma das cargas tributárias mais altas do mundo, o que representa 33% do PIB, enquanto a média da América Latina é de 22%. Defendo que no primeiro momento possamos unificar os impostos federais e, de forma gradativa, os impostos estaduais e municipais. Não tenho dúvida de que com a reforma aprovada, vamos criar segurança jurídica, tributária e fazer com que o país volte a crescer, gerando emprego e renda para a população. 


Como o senhor avalia a condução do governo Bolsonaro na crise sanitária e a aproximação com o Centrão? 
Acredito que o presidente Bolsonaro errou na condução do enfrentamento à crise da Covid-19. Perdeu uma grande oportunidade de unir o país. Infelizmente, decidiu brigar com a maioria dos governadores e prefeitos. Faltou planejamento para enfrentar a pandemia. Mas, preciso reconhecer, o esforço do seu governo no combate à crise econômica, que, ao lado do Congresso Nacional, tem trabalhado para superar esse momento de muita dificuldade. Nós votamos um conjunto de medidas para mitigar esta grave crise, a exemplo da PEC do Orçamento de Guerra, o auxílio emergencial, a MP 938 - que ajuda os estados e municípios que tiveram queda na arrecadação e a MP 936, que atenuou o desemprego. Muita coisa já foi feita e estamos superando esse momento difícil. Os deputados do centro têm ajudado porque dialogam com a agenda econômica e não com a agenda Bolsonaro. Por isso, o governo está tendo sustentação no parlamento. 


O senhor tem realizado várias interlocuções com ministros, como o do Desenvolvimento Regional,  Rogério Marinho. Este movimento o coloca no papel de articulação com o Governo Federal e Estadual? 
Olha, quando me elegi deputado federal, fiz questão de visitar o governador Paulo Câmara e me coloquei à disposição para ajudar Pernambuco. Tenho dialogado com ele e com vários secretários. Independente de diferenças pontuais, o que está em jogo são os interesses do Estado. Por exemplo, fui procurado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach, para ajudar nas obras de dragagem do Porto do Recife, ação muito importante para o escoamento da produção. Ao lado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, conseguimos viabilizar mais de R$32 milhões. Esse tem sido o nosso papel. Todas as vezes que o governador e os prefeitos me procurarem e estiver ao nosso alcance, vamos trabalhar para ajudar Pernambuco.


O senhor foi cogitado como pré-candidato à Prefeitura do Recife. Como estão as conversas do Republicanos com os partidos na Capital e em todo o Estado? 
Meu nome foi lembrado para disputar a Prefeitura do Recife, mas isso nunca esteve no meu radar. O nosso projeto é Pernambuco. Tive a oportunidade de assumir a presidência do meu partido, o Republicanos, e hoje já temos sete prefeitos e mais de 130 vereadores. Ao lado dos deputados Ossesio Silva e William Brigido estamos estruturando o partido e teremos mais de 40 candidaturas a prefeito nas próximas eleições. Estamos crescendo, sobretudo, na qualidade dos nossos quadros. É claro que tenho o desejo de disputar uma eleição majoritária, pode ser em 2022 ou 2026, tenho tempo. Hoje, o foco é me dedicar ao mandato de deputado federal e ajudar o Brasil.


O Republicanos já definiu quem vai apoiar para prefeito do Recife? 
Nós vamos votar em João Campos para prefeito. Tenho  certeza que o povo do Recife vai se surpreender com João, pela sua qualificação, capacidade de trabalho e preparo para governar a cidade. João é um jovem muito maduro, primeiro pela dor de ter perdido um pai da forma que perdeu. Segundo, porque se preparou desde cedo. Tenho confiança que ele vai surpreender muita gente. Lembro que em 2006 alguns tinham preconceito com o ex-ministro Eduardo Campos, candidato a governador, sobretudo na classe média alta.  Quatro anos depois, aqueles que o criticavam, votaram nele na sua reeleição. João vai liderar esse novo ciclo na cidade, montar o seu time e fazer um grande governo. Uma gestão inteligente, que tenha um olhar para o social, mas que busque o desenvolvimento econômico da cidade.


Com o seu retorno à Frente Popular, o senhor espera que o partido participe da gestão socialista no âmbito municipal e estadual?
Olha, esse assunto não está em discussão. (Do Blog da Folha)

FBC participa do anúncio de Iara Evangelista como pré-candidata a vice em Lagoa Grande

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) participou nesta segunda-feira (10) do anúncio da vereadora Iara Evangelista como pré-candidata a vice-prefeita de Lagoa Grande, no Sertão do São Francisco, na chapa do pré-candidato Henrique Diniz. O anúncio foi feito em reunião que contou com a participação do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, o deputado federal Fernando Filho (DEM) e o deputado estadual Antônio Coelho (DEM), além de lideranças políticas de Lagoa Grande.


Para o senador, a decisão representa um novo momento na política de Lagoa Grande, em que uma chapa jovem, com uma grande força, fará uma corrente positiva para levar transformação para o município. 


“Estamos muito contentes com o lançamento da chapa que vai ganhar as eleições para a prefeitura de Lagoa Grande, tendo nosso amigo Henrique como pré-candidato a prefeito e a nossa amiga Iara como pré-candidata a vice, além de uma chapa forte de vereadores. A partir de agora vamos construir um programa de governo que vai sensibilizar a população de Lagoa Grande para um novo tempo na política, contando com o meu apoio, o apoio do prefeito Miguel Coelho, o apoio do deputado Fernando filho, do deputado Antônio Coelho, vamos fazer uma corrente positiva para trabalhar por melhores dias para Lagoa Grande”, afirmou Fernando Bezerra Coelho.


Já o pré-candidato Henrique Diniz falou da importância da definição da chapa para dar início ao projeto de renovação para o município. “Tenho certeza que, com a força política que hoje nos representa e tem nos apoiado em Lagoa Grande, com essa renovação que eu e Iara estamos propondo, nosso município está prestes a viver os seus melhores dias”, disse.


“Ao lado de Henrique vamos renovar a esperança do nosso povo. Somos novos, mas cheios de projetos para realizar por Lagoa Grande”, acrescentou Iara Evangelista.

Oportunidade de emprego: Secretaria de Governo e Desenvolvimento Social auxiliará na seleção de vagas de trabalho do Novo Atacarejo em Santa Cruz do Capibaribe

No intuito de auxiliar a seleção e facilitar a comunicação entre a população e o novo supermercado que está sendo construído na cidade, a Secretaria de Governo e Desenvolvimento Social receberá currículos dos que querem trabalhar no Novo Atacarejo.  


Serão ofertadas 250 vagas entre cargos de gerência, técnicos e operacionais. Para se inscrever é preciso levar o currículo à Secretaria, localizada na Avenida Padre Zuzinha, nº178, Centro, na antiga prefeitura.  


As vagas são em:  

- Cargos operacionais: Caixa, repositor, conferente, fiscal, estoquista, embalador. (currículos sem experiência)  

- Cargos de liderança: Encarregados e gerentes adjuntos (exige-se experiência no cargo) 

- Cargos técnicos: Açougueiro, padeiro e operador de empilhadeira (exige-se curso e experiência no cargo) Assistente de RH (com formação em psicologia) Locutor (desejável experiência em varejo) Cartazista (desejável experiência em varejo) 


Novo Atacarejo  


É uma marca pernambucana que conta com serviços de açougue, frios e padaria com produção própria, além da comercialização de alimentos perecíveis, não perecíveis, artigos de higiene, limpeza, automotivo, bomboniere e bebidas. 

O supermercado estará localizado na Avenida Bela Vista, s/n, PE-160, km 12, ao lado do Moda Center. Será climatizado, contará com 4.600m² de área de venda e com 500 vagas de estacionamento.  


Todas as informações oficiais sobre o supermercado e sobre a seleção podem ser conferidas através do perfil no Instagram @novoatacarejo  

Blogueiro e filho assassinados em Rio Formoso

O blogueiro Áquila Bruno Silva, 36 anos, e o seu filho de 11 anos, foram assassinados, ontem a noite, em Rio Formoso, litoral sul de Pernambuco. O blogueiro estava com o filho dentro do seu carro no estacionamento de um supermercado quando foram surpreendidos por um homem não identificado, que alvejou ele e seu filho com tiros. Segundo as primeiras informações, a Polícia já identificou o autor do duplo homicidio, mas ainda não o prendeu. Os corpos do pai e do filho estão no Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife. (Do Blog do Magno Martins)