POLÍTICA
Por Vitória Virginia
A Polícia Federal apontou ao STF suspeitas de que Flávio Bolsonaro (PL) tivesse participação econômica ou societária em empresa do advogado Willer Tomaz. O relatório cita vínculos financeiros e acesso do senador a uma conta bancária.
Segundo a PF, Flávio estava cadastrado como “usuário master” da conta da Alcazar Holding, com poderes de gerenciamento. Um e-mail de 22 de maio de 2025 solicitou a exclusão desse acesso.
Os dois são investigados por suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O inquérito, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, utiliza informações obtidas após busca e apreensão contra o advogado.