Humberto reafirma defesa de neurodivergentes e pessoas com autismo em encontro da Frente Popular com a saúde
Por Vitória Virgínia
O senador Humberto Costa (PT) reafirmou, nesta quinta-feira (1º), seu compromisso com a defesa das pessoas com autismo e outras neurodivergências durante encontro da Frente Popular com representantes do setor da saúde, no Recife. A agenda contou com a presença do candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), do candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos), da candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT), da senadora Teresa Leitão (PT), líder do Governo Lula no Senado, além de deputados e representantes de entidades públicas ligadas à saúde.
Médico psiquiatra de formação e ex-ministro da Saúde, Humberto convocou os profissionais e gestores presentes a seguirem mobilizados "na defesa das pessoas que têm transtornos psiquiátricos, na defesa dos autistas e outras pessoas neurodivergentes, e que sejam uma resistência firme contra os retrocessos".
No Senado, Humberto é relator de um projeto que amplia a assistência às pessoas com autismo pelo SUS, fortalecendo a rede de atendimento e o apoio às famílias. O senador lembrou que sua trajetória na saúde mental começou em Pernambuco e que, como ministro da Saúde de Lula, ajudou a ampliar a rede, com mais Centros de Atenção Psicossociais (CAPS) e serviços para crianças e adolescentes.
O senador destacou, ainda, políticas públicas criadas em sua gestão e que até hoje fazem a diferença na vida dos brasileiros, como o Samu, o Farmácia Popular e o Brasil Sorridente. Ele também citou as Academias da Cidade e defendeu mais recursos para a área.
Humberto ressaltou iniciativas desenvolvidas pelo presidente Lula na área da saúde, como o Mais Médicos e o programa Agora Tem Especialistas, conduzido pelo ministro Alexandre Padilha. Para ele, o programa é uma verdadeira revolução ao enfrentar a falta de acesso ao tratamento especializado e promover a regionalização do atendimento, colocando o Brasil no caminho de ter, em breve, o maior sistema único de saúde do mundo.
"Nós, da área da saúde, precisamos reforçar o nosso esforço para reeleger o presidente Lula, para não voltarmos ao cenário da pandemia de Covid, em que a população foi exposta à morte em razão das atitudes criminosas da extrema-direita", afirmou.