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Raquel lidera corrida para o Governo de Pernambuco em Santa Cruz do Capibaribe nos cenários estimulados e espontâneo
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Santa Cruz do Capibaribe

Raquel lidera corrida para o Governo de Pernambuco em Santa Cruz do Capibaribe nos cenários estimulados e espontâneo

Por Gabriel Alves

Realizada entre os dias 12 e 13 de setembro, junto a um total de 400 eleitores na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, uma pesquisa do Instituto DataTrends apontou um cenário de ampla vantagem à candidatura à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD) nas eleições de 2026, com índice de 68% das intenções de voto no município do Agreste. O percentual é quatro vezes maior ao registrado pelo segundo colocado, o ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, que pontuou com 16%.

Esse primeiro cenário estimulado trouxe ainda o ex-vereador da capital Ivan Moraes (PSol) empatado com Renan Hallais, do Missão, ambos com 1%. Do total de entrevistados, 8% disseram não saber em quem votar ou não quiseram responder. Branco ou nulo, 6%. Os demais candidatos não atingiram o percentual de 1%.

Em um segundo cenário, com a disputa reduzida a apenas Raquel e João, a governadora chega a 71%, contra 17% do ex-prefeito do Recife. 5% de branco ou nulo; e 7% não sabem ou optaram por não responder.

Já na modalidade espontânea, quando o entrevistado não recebe uma lista de nomes, 42% mencionaram o nome de Raquel Lyra, enquanto João Campos apareceu com 10%. 48% dos eleitores não souberam ou não quiseram responder, o que indica que uma parcela significativa do eleitorado da Capital da Moda ainda não manifesta espontaneamente uma preferência.

Potencial de voto
A governadora Raquel Lyra aparece com 71% do eleitorado de Santa Cruz do Capibaribe que afirma votar nela com certeza, enquanto 7% dizem que poderiam votar, e 17% que não votariam nela de jeito nenhum. João Campos, por sua vez, registra 60% de rejeição, 16% de potencial de voto e 18% de certeza. Já Ivan Moraes enfrenta a desaprovação de 59% dos entrevistados, sendo citado como uma certeza nas urnas por apenas 1%, enquanto poderia vir a ser o escolhido por 6% dos eleitores.

O levantamento apresenta margem máxima de erro indicada de 4,89 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE−02622/2026.