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Teresa Leitão defende o piso salarial do magistério com repercussão na carreira em Pernambuco, na Alepe
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Teresa Leitão defende o piso salarial do magistério com repercussão na carreira em Pernambuco, na Alepe

Na manhã desta terça-feira (1º), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) votou o Projeto de Lei 1.720/2020, de autoria do Governo do Estado, que propondo reajuste do Piso Salarial do Magistério para cerca de 5 mil professores e professoras que recebem abaixo do valor legal estipulado. Para este PL, Teresa apresentou uma emenda, a fim de que o reajuste se estendesse para todos os trabalhadores em educação, como rege o plano de cargos, carreiras e vencimentos da categoria. Entretanto, a CCJ aprovou o PL do governo com rejeição à emenda da deputada. 


A proposta apresentada pelo governo do Estado e aprovada pela CCJ contempla apenas 5.611 professores, deixando de fora outros 57 mil trabalhadores da educação. 


Participando da reunião, Teresa registrou seu voto contrário a aprovação do PL 1.720/2020 da forma que foi proposta pelo Estado e frisou a necessidade de reajustar o piso da categoria por completo. “Piso não é uma coisa aleatória, está vinculado à formação, carreira e jornada de trabalho e o governo de Pernambuco esquece isso. É votar pelo que diz a lei do piso, que não está sequer sendo citada. Vota pelo que diz a lei do Estatuto do Magistério, votar pelo plano de carreiras que diz que os professores devem receber por sua faixa de formação. Aqui os professores não são valorizados”, disse. “Sei que este projeto tendo a ser aprovado pela maioria, mas do jeito que está, meu voto é contra", destacou.