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Coluna da sexta-feira: Sob a liderança de Bivar o União Brasil mostra que terá força e protagonismo no governo Lula
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Coluna da sexta-feira: Sob a liderança de Bivar o União Brasil mostra que terá força e protagonismo no governo Lula

Foto: Divulgação 


O tamanho que o União Brasil saiu das eleições de 2022 mostra o crescimento e a força que a legenda, sob o comando de Luciano Bivar, irá ter no governo do presidente Lula.


O União Brasil emplacou três nomes para o alto escalão do novo Governo. O Ministério das Comunicações (Juscelino Filho), Turismo (Daniela Carneiro), e Waldez Góes, que será o responsável pelo ministério da Integração e Desenvolvimento Regional.


O partido elegeu ainda 59 deputados federais, e chega com expressão no Congresso Nacional, mostrando que a legenda terá força de negociação junto ao novo Governo.


O Presidente da sigla, assegura, que a meta é a adesão total da legenda ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Recentemente, declarou que não medirá esforços para que o União Brasil possa estar junto ao governo.


Com inteligência, Luciano Bivar mostra ser um exímio articulador e sabe como poucos do meio político, os expedientes que apontam, qual caminho seguir para estar junto e participar do poder a nível nacional.


Curtinhas


Decreto: A apreensão do rascunho de um decreto para anular a vitória de Lula (PT) nas eleições na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres pode ser mais uma pedra no caminho jurídico do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os advogados do PT estudam usar a prova em ações que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e que podem tornar Bolsonaro inelegível.


Economia: O Ministério da Fazenda anunciou medidas que aumentam a arrecadação e reduzem a despesa do governo federal. As medidas teriam impacto de R$ 242,7 bilhões no Orçamento, sendo que R$ 156,3 bilhões seriam com o aumento de arrecadação.


Política: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta quinta-feira (12/1), estar convencido de que a porta do Palácio do Planalto foi “aberta por alguém de dentro”, no último domingo (8/1), quando terroristas invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília.