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Clarissa Tércio cobra cumprimento da lei que garante tratamento prioritário aos pacientes de doenças raras nos hospitais
Clarissa Tércio

Clarissa Tércio cobra cumprimento da lei que garante tratamento prioritário aos pacientes de doenças raras nos hospitais


Sempre alinhada às pautas do Governo Federal, a deputada Clarissa Tércio (PP), defende melhores condições de vida aos pacientes de doenças raras, no estado. A luta em defesa dessas pessoas, ganhou repercussão nacional por ser amplamente debatida, pela primeira-dama do País, Michelle Bolsonaro. 


Autora do projeto que originou a Lei n° 16.625/2019, que garante o atendimento prioritário às pessoas com doenças raras, na rede de saúde pública e privada do Estado, a parlamentar esteve essa semana, no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira - IMIP, acompanhando o caso da menina Carla Vitória, a Vivi, como costuma ser chamada, que sofre de Epidermólise Bolhosa, uma síndrome rara.


“O caso da menina Carla Vitória (Vivi) que sofre de Epidermólise Bolhosa, uma síndrome rara me comoveu demais e foi então que percebi que precisava fazer algo como legisladora, para minimizar a dor e o sofrimento de tantos outros pacientes de doenças raras, em nosso estado. Essas pessoas enfrentam uma batalha diária para poder sobreviver, mas infelizmente o que constatei é que a lei não está sendo cumprida. Um verdadeiro desrespeito a essas pessoas.


O direito garantido por lei desses pacientes precisa ser respeitado, para que recebam atendimento prioritário. Como a imunidade delas é muito baixa, o tempo de espera por atendimento, deixam ainda mais suscetíveis a infecções. Então o estado precisa fazer a sua parte, cumprindo a legislação em vigor. 


Além disso, também necessitam de tratamento médico de qualidade, diagnóstico precoce e apoio às famílias para que não sofram com preconceitos. Precisam de mais atenção por parte do estado”, cobrou Clarissa.


A deputada fez questão de ressaltar ainda que, o caso da menina Vivi representa a luta de outras crianças raras. 


“As doenças raras acometem cerca de 500 milhões de pessoas no mundo. Só no Brasil, são 13 milhões, cerca de 6 a 8% da população.De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), um caso a cada duas mil pessoas nascidas.


“Por isso, luto incansavelmente, pelos direitos básicos dos nossos queridos raros que dependem da nossa voz para terem uma vida mais longa e digna”, finalizou Clarissa Tércio.