Corona chegou e a mundiça vermelha delirou, delirou
O coronavirus chegou, a bolsa de valores desabou, o dólar pipocou e a mundiça vermelha delirou, delirou – assim falou o bicho-grilo Adalbertovsky em sua cantoria nas montanhas da Jaqueira. Lá vai ele: “São registrados 15 ou 12 ou 30 casos suspeitos da doença em todo o Brazil-continente numa população de 221.195.203 habitantes.
“A mundiça da seita vermelha faz uma farra danada e comemora as trapalhadas do governo. O ideal, segundo eles, seria o presidente sair na tapa e chamar os jornalistas de filhos de uma mãe heterodoxa. Tô vendo a hora. A seita vai adorar. Ah maldade! Estão dizendo que a irmã Damares quer impor a abstinência sexual aos gregos e aos troianos, aos pernambucanos, paulistanos, paraibanos, Waldick Sorianos, baianos, maometanos e até aos últimos dos moicanos”.
“Never, jamais! A dama da goiabeira recomenda abstinência sexual apenas para as meninas de 10 ou 12 anos não serem emprenhadas nos bailes punks e funk e na dança da boquinha da garrafa. No mais, as donzelas do grelo duro, os marmanjos do grelo mole, criaturas do sexo binário e trifásico de 20, 30 e 80 anos e mulheres sexag que têm um ponto fora da curva continuam liberadas para rosetar à vontade, enquanto houver sol, enquanto houver lua, enquanto aguentar o rojão”.
“A erotização das empresas públicas levou o Brazil aos caminhos da perdição. Maior casa de recursos do Brazil, onde rolam bilhões de denários, o BNDES serviu de ponto de encontro para transas escandalosas com ditadores de Cuba, Venezuela, Nicarágua e republiquetas africanas. Assim tipo condenamos a erotização de crianças e inocentes, também devemos repudiar a prática de sexo explícito pelos órgãos públicos do Brazil”.
“À moda de Damares, sugiro que as empresas públicas adotem cinto de castidade para evitar a prática de atos libidinosos contra o País Quem rouba os cofres públicos deveria ser capado para never more rosetar nossos sonhos verde-amarelos!” A crônica do bicho-grilo Adalbertovsky está publicada no Menu Opinião. Vamos nessa, bicho!