Primeiras feiras do ano atraem boa movimentação de clientes ao Moda Center

Neste começo de semana, foi realizada no Moda Center Santa Cruz a segunda feira do mês de janeiro. Como de costume, milhares de clientes vieram realizar suas compras no parque, sendo maioria aqueles com objetivo de repor seus estoques de olho nas vendas até o Carnaval.


Grande parte dessa clientela foi em busca de artigos que são a cara da estação, que este ano traz muitas cores e um variado mix de estampas, com muitas folhagens, frutas, paisagens e outros motivos tropicais.


Vale ressaltar que as feiras no Moda Center Santa Cruz acontecem às segundas e terças, das 6h às 18h. Confira algumas imagens da movimentação e sugestões de produtos à venda no maior centro atacadista de confecções do Brasil.

Convite!

“Vamos com coragem edeterminação continuar trabalhando por Santa Cruz do Capibaribe”, destacaJéssyca Cavalcanti

A vereadora de Santa Cruz do Capibaribe, Jéssyca Cavalcanti, encerrou com o sentimento de dever cumprido mais um ano de seu mandato na Casa José Vieira de Araújo. Pelo terceiro ano consecutivo, a vereadora se destacou como a parlamentar que mais apresentou projetos de Lei e requerimentos no Legislativo Municipal e está otimista em relação a 2020.

 

A parlamentar é lembrada também por abraçar diversas bandeiras de atuação, a exemplo da luta em defesa dos animais e a busca constante por melhorias na educação do município. “Estamos sempre na busca de boas ideias, ouvindo a população e trabalhando com coragem para garantir que nossa cidade siga em frente. 2019 foi um ano de muitos desafios e realizações”, destaca.

 

A vereadora fala com otimismo sobre os desafios que 2020 trará. “Em 2020, renovamos o nosso compromisso de seguir lutando, trabalhando e defendendo o progresso de nossa terra. Sou grata a cada um me deu a oportunidade de lhe representar e que tem nos dado o apoio necessário para seguir em frente! Vamos com coragem e determinação continuar trabalhando por Santa Cruz do Capibaribe”, pontua a vereadora.

 

Resultados – Em 2019, além de ações e realização de importantes eventos, Jéssyca contabilizou 92 Requerimentos, 37 Projetos de Lei e 8 Projetos de Resolução apresentados, bem como, 161 Ofícios encaminhados e 23 novas Leis sancionadas. 

Exclusivo - Lucinha Pereira irá aderir ao projeto do prefeito Edílson Tavares

Uma verdadeira reviravolta está prestes a acontecer na cidade de Toritama, isso porque o atual prefeito Edílson Tavares (MDB) deverá receber em seu grupo político o apoio da ex-vice-prefeita Lucinha Pereira (PSDB).


A informação foi trazida por integrantes do grupo político liderado pelo prefeito para o Blog do Alberes Xavier, e que já se comenta nos bastidores que o anúncio acontecerá nos próximos dias. A ida de Lucinha Pereira anima os correligionários de Edílson, tendo em vista que, recentemente o prefeito foi pego de surpresa com a saída de vereadores de sua base de apoio.


Os próximos dias marcarão ainda mais novidades na política da Capital do Jeans.

Deputado Diogo Moraes nega que existam macas retidas nos hospitais do estado

Segundo o deputado, os denuciantes vão “tomar água nos ouvidos”


Na última semana, o Secretário Municipal de Saúde de Santa Cruz do Capibaribe, Dr. Nanau Marques, e o vice prefeito Dida de Nan,  protocolaram no Ministério Público, uma denúncia contra o governo do estado sobre a retenção de macas nos hospitais estaduais.


Em entrevista ao comunicador Alberes Xavier na última sexta feira dia 10, o deputado estadual Diogo Moraes (PSB) afirmou que “não existem macas retidas em hospitais do estado”.  


Culpados – Diogo disse que ao chegar nas unidades de saúde “o médico é responsável pelo paciente, só podendo liberar a maca quando houver a internação”, e que devido a crise econômica as pessoas deixaram de pagar  seguros de saúde aumentado assim a demanda por  leitos nos hospitais.


Água nos ouvidos – Segundo o deputado, os denunciantes vão “tomar água nos ouvidos”  sobre o protocolo no MP “porque têm uma lei específica para isso” disse sem explicar qual é a Lei.


Um tom acima – O deputado afirmou ainda na entrevista que não está preocupado,   que só vai esperar o MP perguntar “onde está o dinheiro da previdência, o dinheiro da educação, da prefeitura de Santa Cruz , somente” completou o parlamentar.


Intriga da “situação” – Exasperado, Diogo afirmou que a denúncia feita ao MP contra o governo do estado pelo Secretário de Saúde Municipal e pelo  vice prefeito, relativas a questão das macas,  é uma questão política.


Questão política – O deputado acusou o grupo de situação de criar fatos para ocultar a falta de ações na cidade principalmente na área da saúde. Segundo ele, “fecharam dois hospitais, o Materno Infantil e o Raimundo Aragão, só tá com a UPA lá” disse Diogo.


Sem preocupação – “A cidade deveria ter 33 PSF’s” falou o deputado “parece que só têm 8 funcionando” disse “e eu não tô preocupado não, na hora H vamos dar nomes aos bois, e a gente vai ver quem é quem” completou.


Desconhecedor da realidade


O problema das macas retidas é antigo em Pernambuco.  Em 2017, O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um inquérito civil público para investigar a retenção e o desvio de macas em unidades de saúde do estado. Por causa da superlotação nas emergências, desde aquela época, as macas que chegam com pacientes socorridos pelo Corpo de Bombeiros ou pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em vez de serem devolvidas aos órgãos, acabam ficando nos hospitais. (Do Blog Pão de Açúcar Net)

Governo quer vender R$ 150 bi em participações em empresas

Agência Brasil


Depois de levantar cerca de R$ 105,4 bilhões com desestatizações ao longo do ano passado, o governo pretende vender R$ 150 bilhões em empresas neste ano, disse nesta terça-feira (14), o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar.


O valor refere-se a privatizações totais, parciais e a venda de parcelas minoritárias de mais de 300 empresas de um total de 624 empresas com participação do governo federal. O secretário classificou de ousada a meta de desestatização, mas reiterou que Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil não serão privatizados totalmente. Banco do Nordeste e Banco da Amazônia também estão fora da lista.


Em relação aos Correios, o secretário disse que a situação da empresa ainda está em avaliação no Programa de Parceria de Investimentos (PPI), que só então definirá se a companhia será privatizada. Ele ressaltou que o projeto não será concluído neste ano por se tratar de uma empesa complexa e que alguma decisão sobre a estatal só sairá em meados ou no fim de 2021. O secretário, no entanto, descartou a liquidação ou extinção dos Correios.


Via rápida


Segundo Mattar, o projeto de fast track (via rápida) para as privatizações está pronto. No momento, o governo avalia se envia a proposta ao Congresso em fevereiro. Ele explicou que a proposta consiste em incluir as empresas passíveis de privatização diretamente no Plano Nacional de Desestatização (PND), sem passar pela etapa de análise e estudos no PPI. Caberia ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou a outros bancos (públicos e privados) elaborar o processo de modelagem das desestatizações.


De acordo com o secretário, para economizar tempo, o projeto de lei listará as empresas já incluídas no programa de privatização. O governo, no entanto, deve encaminhar propostas de emenda à Constituição para permitir a venda da Casa da Moeda, que tem o monopólio garantido pela carta magna, e da Hemobrás, estatal de medicamentos para hemofílicos.


Enviado em novembro ao Congresso, o projeto de lei de privatização da Eletrobras é considerado prioridade pela equipe econômica. Mattar disse acreditar que a proposta será aprovada neste ano. Segundo o secretário, o Tesouro terá de aportar de R$ 14 bilhões por ano na companhia caso a venda não seja concluída.


O secretário especial também anunciou um pente-fino nos investimentos do Fundo de Infraestrutura do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), que financia empreendimentos com recursos dos trabalhadores. Ele disse que algumas suspeitas de investimentos ruins ou mal gerenciados serão enviadas ao Tribunal de Contas da União para investigação.


Balanço


Mattar fez um balanço das desestatizações em 2019. No ano passado, o governo conseguiu vender R$ 105,4 bilhões em participações. Metade do total, R$ 50,4 bilhões, deve-se à Petrobras, que se desfez de subsidiárias de distribuição e de gás. Ao todo, o governo vendeu totalmente participações em 71 empresas, das quais 13 subsidiárias, 39 coligadas e 19 empesas com participações simples da União.

Raffiê Dellon deixa Ciretran de Caruaru com a certeza de missão cumprida

O pré-candidato a prefeito de Caruaru, Raffiê Dellon (PSD), fecha o ciclo de quase três anos à frente da 4ª Ciretran de Caruaru. “Saio com a missão cumprida. Ajudei a resgatar a credibilidade do órgão, além de garantir a prioridade ao usuário agendado durante todo esses anos à frente da Ciretran em nosso município.”, afirma.


Ao assumir o órgão, Raffiê se deparou com um importante espaço público totalmente abandodando, fruto de um descaso de outras gestões que por lá passaram. Durante a sua gestão obras importantes foram realizadas na unidade como a requalificação da área de atendimento, reforma da sala dos grandes clientes, com instalação de sistema biométrico para acesso dos despachantes, criação de estacionamento para o usuário agendado, reforma do pátio de exames e retirada de entulhos e veículos acumulados no local.


“Durante nossa passagem pelo órgão criamos a Junta Médica Especial em Caruaru, para as pessoas com Deficiência, que antes só existia em Recife. Outra conquista foi a criação da Sala do Seguro DPVAT, algo também que só existia em Recife, trouxemos para Caruaru, com uma procura mensal de cerca de 50 pessoas, não só de nossa cidade, mas de todo o interior do Estado.”, explica Raffiê.


No final de 2019 o então coordenador da 4ª Ciretran, conseguiu algo inédito, uma parceria com a HONDA Caruaru, na pessoa do diretor presidente, o senhor Elpídio Martins, para a pavimentação das duas entradas de acesso da Ciretran, somado também as placas indicativas para o órgão. 


“Agradeço especialmente a todos os usuários e servidores da Ciretran de Caruaru, em especial aos três chefes: Jadiel Júnior, Carlos Alberto e Gerrady Xavier, que foram os responsáveis juntos com toda a equipe pelas transformações que realizamos.”, agradece.

"Cajá do Batista continua sendo desprezada pelos políticos de Vertentes do Lério", lamenta Castro Neto

O pré-candidato a prefeito em Vertente do Lério, Castro Neto, desta vez lamentou o descaso com que a gestão do prefeito Renato Salles (MDB) tem tratado a infraestrutura da cidade, em especial no que concerne a pavimentação da Comunidade de Cajá do Batista, localizada na zona rural do município.


Uma promessa antiga do prefeito, a pavimentação da Comunidade de Cajá do Batista está longe de ser realidade de acordo com Castro Neto. Em conversa com populares, o mesmo constatou que apesar da realização de medições, não há sinais do início das obras de calçamento na localidade. 


"Vemos aqui o lixo e o sinal de abandono. Tantos pais de família que podiam muito bem ficar tomando conta e ser responsável pela limpeza dessa comunidade. Cajá do Batista continua sendo desprezada pelos políticos de Vertentes do Lério", lamentou o mesmo. 


De acordo com o mesmo, tem sido uma verdadeira vergonha a administração comandada pelo prefeito Renato Sales. "Essa é a pura realidade do povo de Vertentes do Lério. É preciso que o cidadão de Vertentes do Lério preste atenção nessas pessoas que não tem compromisso com Vertentes do Lério", disse o mesmo.

Governo eleva salário mínimo para R$ 1.045

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciaram na tarde de hoje (14), em Brasília, que o salário mínimo de 2020 será elevado de R$ 1.039 para R$ 1.045. Uma medida provisória (MP) será editada pelo presidente nos próximos dias para oficializar o aumento.


"Nós tivemos uma inflação atípica em dezembro, a gente não esperava que fosse tão alta assim, mas foi em virtude, basicamente, da carne, e tínhamos que fazer com que o valor do salário mínimo fosse mantido, então ele passa, via medida provisória, de R$ 1.039 para R$ 1.045, a partir de 1º de fevereiro", afirmou Bolsonaro no Ministério da Economia, ao lado de Guedes. O presidente e o ministro se reuniram duas vezes ao longo do dia para debaterem o assunto.


No final do ano passado, o governo editou uma MP com um reajuste de 4,1% no mínimo, que passou de R$ 998 para R$ 1.039. O valor correspondia à estimativa do mercado financeiro para a inflação de 2019, segundo o Índice Nacional do Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Porém, o valor do INPC acabou fechando o ano com uma alta superior, de 4,48%, anunciada na semana passada e, com isso, deixou o novo valor do mínimo abaixo da inflação. Por lei, esse é o índice usado para o reajuste do salário mínimo, embora a inflação oficial seja a medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o ano de 2019 em 4,31%.


"Nós vamos ter que achar os recursos para fazer isso, mas o mais importante é o espírito que o presidente defendeu, da carta constitucional, que é a preservação do poder de compra do salário mínimo", afirmou Paulo Guedes. Segundo o ministro, com o novo aumento, o impacto nas contas públicas será de cerca de R$ 2,3 bilhões, que poderão ser compensados com R$ 8 bilhões de arrecadação extra prevista pelo governo.


"Nós já temos, eu prefiro não falar da natureza do ganho, que vai ser anunciado possivelmente em mais uma semana, nós já vamos arrecadar mais R$ 8 bilhões. Não é aumento de imposto, não é nada disso. São fontes que estamos procurando, nós vamos anunciar R$ 8 bilhões que vão aparecer, de forma que esse aumento de R$ 2,3 bilhões vai caber no orçamento", informou o ministro. Ainda segundo ele, caso não seja possível cobrir o aumento de gasto no orçamento para custear o valor do mínimo, o governo não descarta algum contingenciamento.


Até o ano passado, a política de reajuste do salário mínimo, aprovada em lei, previa uma correção pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). Esse modelo vigorou entre 2011 e 2019. Porém, nem sempre houve aumento real nesse período porque o PIB do país, em 2015 e 2016, registrou retração, com queda de 7% nos acumulado desses dois anos.


O governo estima que, para cada aumento de R$ 1 no salário mínimo, as despesas elevam-se em R$ 355,5 milhões, principalmente por causa do pagamento de benefícios da Previdência Social, do abono salarial e do seguro-desemprego, todos atrelados ao mínimo. (Agência Brasil)

Governo contratará 7 mil militares para reforçar atendimento no INSS

O governo pretende contratar temporariamente cerca de 7 mil militares da reserva para reforçar o atendimento nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e reduzir o estoque de pedidos de benefícios em atraso. O anúncio foi feito nesta terça-feira (14) pelo secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, que prometeu que o estoque de processos acumulados caia para próximo de zero até o fim de setembro.


A contratação dos militares será voluntária, sem haver convocação. Eles serão treinados em fevereiro e em março, devendo começar a trabalhar nos postos em abril, recebendo adicional de 30% na reserva remunerada.


Segundo Marinho, a medida custará R$ 14,5 milhões por mês ao governo, mas ele disse que o custo deve ser compensado pela diminuição da correção monetária paga nos benefícios concedidos além do prazo máximo de 45 dias depois do pedido.


Paralelamente, entre 2,1 mil e 2,5 mil funcionários do INSS que hoje trabalham no atendimento presencial serão remanejados para reforçar a análise dos processos.

Outras medidas


De acordo com Marinho, até o fim da semana, o Diário Oficial da União publicará um decreto do presidente Jair Bolsonaro com as medidas. Ele anunciou ainda que, para diminuir o atraso, o governo dará prioridade às perícias médicas dos cerca de 1,5 mil funcionários do INSS afastados por problemas de saúde. Segundo o secretário, a expectativa é que cerca de dois terços dos servidores (cerca de 1 mil funcionários) voltem ao trabalho nos próximos meses.


Além disso, uma portaria do presidente do INSS restringirá a cessão de funcionários para outros órgãos. De agora em diante, a autarquia só cederá funcionários para cargos comissionados de nível 4 (DAS-4) e para cargos vinculados diretamente à Presidência da República. Atualmente, o INSS tem cerca de 200 funcionários cedidos.


O INSS também pretende ampliar os convênios com o setor privado para que o setor de recursos humanos de empresas formalizem os pedidos de aposentadoria. Atualmente, fundos de pensão de grandes empresas encaminham conjuntamente ao INSS os documentos exigidos dos empregadores, acelerando os processos. O governo quer estender o modelo a mais empregadores.


Simplificação


O decreto a ser editado também simplificará a tramitação dos pedidos de benefícios. O INSS passará a aceitar certidões antigas. O órgão vai verificar as súmulas administrativas em que o INSS foi vencido no Judiciário para deixar de recorrer dos pedidos dos benefícios em situações já pacificadas pela Justiça. O INSS também deixará de exigir a demonstração do vínculo quando o empregado e o empregador contribuam atualmente para a Previdência Social. Segundo Marinho, a medida acelerará principalmente a aposentadoria de empregados domésticos.


Segundo Marinho, desde meados do ano passado, o governo está reduzindo o estoque de processos empoçados no INSS. O número de pedidos de benefício com mais de 45 dias de atraso caiu de 2,3 milhões em julho do ano passado para 1,3 milhão atualmente. Nos últimos cinco meses, o governo tem conseguido diminuir o empoçamento em 67 mil e 68 mil processos por mês.


Caso esse ritmo continuasse, o estoque de processos em atraso só seria zerado em 16 ou 17 meses, nas estimativas de Marinho. Com as medidas anunciadas, o secretário disse que a redução nos processos em atraso deverá saltar para 160 mil por mês, permitindo a redução a quase zero dos pedidos com mais de 45 dias de atraso até o fim de setembro. Apenas os processos em que o INSS discorda da concessão do benefício, com falta de documento ou que dependem da Justiça. continuariam em atraso.


O secretário disse que o principal fator que provocou o aumento da fila de atendimento do INSS até a metade do ano passado foi a automatização dos pedidos de benefício. Em maio de 2018, com a inauguração da página Meu INSS, os pedidos dispararam. O número de requerimentos de aposentadorias, pensões, auxílios da Previdência Social e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) saltou de cerca de 715 mil por mês no início de 2018 para 988 mil mensais atualmente. O estoque começou a cair em agosto do ano passado.